A gente não é o que veste, nem o que calça, mas a gente é muitas vezes, aquilo que as pessoas enxergam.
As pessoas são capazes de subir em banquinho e fazer discurso, algumas são capazes de se cobrir de ouro e salto 15 cm para aparecer. Algumas não precisam disso, só usam do seu estilo de ser.
A Fran não precisa ser, ela é. Ela não copia, ela renova, ela é ela. Ela não precisa se conter, ela é o que ela é.
Eu quero um tênis igual ao da Fran.
Eu não quero a _______ nem vestida de ouro. Quem quer??
Doa-se a Priscila, quem quer? A doação inclui todos os componentes como inteligência e amadurecimento, bunda e peitos!
Priscila só serve agora para quem quiser pegar, já deu o que tinha que dar, se bem que ainda falta a playboy ou a sexy para ela mostrar toda sua inteligência!
Acabou a competição e ela ainda não percebeu, necessita ser o centro de todas as atenções já que o homem ela não conseguiu ganhar.
Priscila não está entendendo que não é a sandália que tem que ser de ouro, tem que ser de ouro o comportamento, o caráter, a personalidade, é isso que vale ouro, o resto é urina em pé de galinha. E seja lá o que Fran achou, ela está certa, nós os loucos estamos sempre certos.
Quem quer uma Priscila?
A foto? Eu não vou perder a oportunidade de colocar um vampiro no post para colocar a Priscila, né? Ou você faz questão da foto dela?
1. Seu médico: 'Tire a roupa.'
2. Seu psicanalista: 'Agora deite e relaxe.'
3. Seu farmacêutico: 'Dói a cabeça?'
4. Seu dentista: 'Abra um pouco mais...'
5. Seu decorador: 'Quando estiver tudo dentro você vai gostar.'
6. Seu flanelinha: 'Vem... vem... assim.. assim...'
7. Seu frentista: 'A senhora quer lubrificante?'
8. Seu vendedor de frutas: 'Pode segurar mas não pode apertar.'
9. Seu cabeleireiro: 'Vamos fazer uma coisa diferente?'
10. Seu peixeiro: 'Vai querer tudo ou só metade?'
11. Seu professor de culinária: 'Isso, assim . mexe um pouco mais agora...'
12. Seu padeiro: 'Sim. Está quentinho! Como a senhora gosta.'
13. Seu feirante: 'Gostoso, não é? Pode experimentar outra vez...'
14. Seu marido: 'Hoje ? Outra vez ?! Assim não há quem agüente !!'
Recebi este e-mail da Kaka, obrigada!
Penso que seria muito mais gostoso ouvir tudo isso do Wolverine. Não, não é do Hugh não, é do Wolverine mesmo, com garras e tudo o que tenho direito!
Recebi um e-mail sobre a importância da mamografia e a necessidade de que seja feita anualmente. Mas o que me chamou à atenção mesmo foram as imagens. Se for para fazer mamografia a gente faz, mas se é pra rir, a gente ri primeiro!!!
Eu acordo toda noite
Com um grande sorriso no rosto
E nunca me sinto fora do meu lugar
Você provavelmente ainda está trabalhando
Em um quartinho pequeno
Eu imagino como isso é ruim
Quando você vê meu rosto,
Espero que isso te infernize, espero que te infernize
Quando você cruza meu caminho,
Espero que isso te infernize, espero que te infernize
Aonde está sua cerca protetora agora, amor?
E aonde esta aquele carrão?
E isso te levou a algum lugar?
Você nunca pareceu tão tensa, amor
Eu nunca tinha visto você cair tão feio
E você sabe aonde está?
E pra falar a verdade, eu sinto sua falta
E pra falar a verdade, eu estou mentindo
Refrão:
Quando você vê meu rosto,
Espero que isso te infernize, espero que te infernize
Quando você cruza meu caminho,
Espero que isso te infernize, espero que te infernize
Quando você encontrar um homem que valha a pena,
e te trate bem
Então ele é um idiota
Como você,
Espero que isso acabe com você
Espero que isso acabe com você
Amanhã você se pegará pensando
Yeah, quando tudo deu tão errado?
Mas a lista é grande
E pra falar a verdade, eu sinto sua falta
E pra falar a verdade, eu estou mentindo
Refrão:
Quando você vê meu rosto,
Espero que isso te infernize, espero que te infernize
Quando você cruza meu caminho,
Espero que isso te infernize, espero que te infernize
Quando você encontrar um homem que valha a pena,
e te trate bem
Então ele é um idiota
Como você,
Espero que isso acabe com você
Agora você nunca verá
O que você fez comigo
Você pode pegar todas suas memórias
Elas não me fazem bem nenhum
E aqui estão todas suas mentiras,
Você pode olhar nos meus olhos
Com o triste, triste olhar no seu olho
Quando você ouvir esta canção,
E cantar junto
Oh, você nunca saberá
Ai então, você é a babaca
Tanto quanto?
Espero que isso te infernize
Quando você ouvir essa canção
Espero que ela acabe com você
Você pode cantar junto
Eu espero que isso combine bem com você.
Alguém mais ficou perplexo com a entrevista coletiva da Ministra Dilma Roussef?
Dilma tem Câncer linfático, até ai tudo bem, pode acontecer com qualquer um, mas o modo como trataram o câncer da ministra me pareceu falta de respeito, invasão de privacidade, curiosidade mórbida. Era como se o câncer fosse uma blusa, qual tamanho, ficou bem, ficou mal, qual a cor, quais as chances. Tudo bem, eu acho que já que ela ocupa um papel importante no país precisamos saber se ela tem condições físicas e psicológicas de continuar exercendo suas funções, mas precisa tanto? Enquanto os repórteres enchiam a médica de perguntas sobre os detalhes do câncer, Dilma ficou ao lado, como uma boneca de cera, encantada com o assédio, com a importância de sua doença. Eu achei a entrevista mais doentia do que a doença.
Dilma fará quatro meses de quimioterapia e deixou bem claro que estará em condições de exercer muito bem as suas funções no governo. Vai mesmo? Será que por mais confiante que ela esteja com a certeza de uma cura, será que ela não precisa de um tempo para se cuidar, para olhar para si, para se resguardar? Sei bem da capacidade feminina de superação, eu não duvido que ela consiga, mas também não acredito que ela não esteja pelo menos um pouco fragilizada, ou aquele circo todo é muito mais interessante quando se está no centro do picadeiro? Por ser uma pessoa pública ela não tinha o direito de se preservar um pouco? Até onde as pessoas podem invadir a vida de uma pessoa? Não existe limite? É mesmo necessário que cada centímetro do tumor seja visualizado por todo o Brasil? É isso que as pessoas esperam? Os detalhes mais sórdidos, as situações mais constrangedoras? É disso que se alimenta a imprensa, os fãs, o público? E como estas pessoas se permitem invadir desta maneira? Vale tudo para ser reconhecido? Impressiona-me muito tudo isso, toda a necessidade de fazer parte da mídia, de se fazer sucesso, nem que seja pelo motivo mais errado.
E daí se eu sou bancária há 17 anos, qual o problema? Eu não trabalho em agência, nunca trabalhei. Eu trabalho em CPD, papéis, computadores, um monte de máquinas e fios, rodeada por gente mais esquisita que eu. Não é porque eu sou bancária que não devo ter medo daquelas máquinas que tomaram conta dos bancos. Eu sei já falaram sobre isso, porque muita gente talvez se sinta como eu. Eu acho muito mais fácil formatar um computador, ou achar um codec de áudio do que usar as máquinas bancárias. Eu trabalho em um banco e recebo em outro, nem eu entendo isso, mas hoje pela primeira vez fui sacar na nova conta, cartão nas mãos, direto pro caixa, claro, a pessoa atrás do vidro conversa comigo e eu fico mais tranquila, mas como não era na agência da minha conta eu tinha que ir para a tal máquina. Fui, tremendo, ansiosa, suando, nervosa, eu sabia que a máquina não ia conversar comigo. Ainda bem que eu não precisava fazer um depósito para ninguém naquela hora, porque eu nunca sei onde é o buraco do envelope e muito menos como enfiá-lo no buraco. Peguei o cartão, as senhas, sim, sim, “as” senhas, 6 números para uma coisa, 4 números para outra, 3 letras, uma chave. Pega o cartão, coloca no lugar, tira, tá do lado errado, porque no outro banco é do outro lado que se coloca o cartão, neste é diferente, coloca o cartão do jeito certo agora, aperta uma senha, coloca letras e então a biometria!!! Será que ninguém pensou que os ladrões podem agora resolver arrancar as mãos da gente fora? Se eles pensarem nisso vão-se os anéis e os dedos também! A tal de biometria, coloca a mão, espera um pouco, a máquina acusa erro, a posição da mão está errada, tira a mão, coloca de novo, ok, deu certo, saldo zero! Entrei em pânico! Já não bastava todo o constrangimento diante da máquina que não fala comigo? Celular em mãos, houve um erro! E eu com isso? Voltei para casa decidida a ir à agência da minha conta, desta vez não ia errar, eu ia direto para o caixa e ele falaria comigo e eu não precisaria transpirar e ficar ansiosa, me informaram que o dinheiro cairia ao meio-dia. E assim eu fiz, fui, saquei meu dinheiro, sorri para o moçinho atrás do vidro, agradeci e vim embora, contente e feliz! Antes eu ainda via alguns garotos vestidos com uma camiseta onde se via escrito: Posso ajudar? Hoje nem isso se vê mais, portanto, mês que vem, quando eu tiver que voltar ao banco eu estarei com uma camiseta onde estará escrito em letras garrafais: EU PRECISO DE AJUDA!
Continuando a divagar sobre bolsas femininas, posso dizer que ontem minha bolsa, se arremessada sobre uma pessoa, eu seria acusada de assassinato premeditado. Uma bolsa feminina pode ser uma arma fatal com características de uma bomba atômica, alguém duvida? Lembrei-me agora dos primeiros celulares lançados, aqueles tijolões, andávamos armadas e nem sabíamos!!! Arremessar um celular motorola na cabeça de alguém há alguns anos atrás provocaria uma fratura craniana, ou colocaria todos os neurônios em seus devidos lugares, pois bem, pensando nisso, pergunto:
Dentro da sua bolsa, o que você colocaria se fosse encontrar o Flávio, ex-BBB, amigo íntimo de Fran e Max? Eu pensei no motorola primeiro!!!!
Meu sonho de consumo hoje é um MP qualquer número, algo continue tocando música depois das 19 horas enquanto estou vindo pra casa. Eu ando 20 minutos até o ponto de ônibus mais próximo, mas porque eu quero, poderia pegar dois ônibus, mas prefiro andar ouvindo música. Mas hoje eu me arrastei, eu não consegui imprimir uma velocidade boa, minhas pernas estavam duras e eu sentia dor nos ombros. Minha bolsa, como estava pesada!!! Parecia que eu estava carregando chumbo. Mas o que eu tenho dentro da minha bolsa? Um livro, por acaso conta a história de um Vampiro e sua Bella, 2º volume, um pen drive, que nem sei por que tem passeado comigo, um pacote de remédios, remédio para baixar pressão, para subir pressão, para dormir, para acordar, para pensar, para deixar de pensar. Diz um colega meu que meus olhos brilham toda vez que entro de uma farmácia, sou tomada por um frenesi, uma vontade irresistível de comprar alguns medicamentos, foi o que fiz hoje. Junto com os medicamentos um tubo de desodorante, uma agenda com várias contas já pagas dentro dela, uma agenda de telefones pequena que não atualizo há 4 anos, mas que tem a foto de Sam na capa, um vidro de neosoro, dois maços de Hollywood, um carteira cheia de cartões vencidos, e com vários pacotinhos de fotos antigas junto com meus documentos, alguns já vencidos também, rsrs. 10 envelopes pardos enrolados, uma sombrinha, uma bolsinha, presente de Hatz, onde escondo meu dinheiro secreto, dois estojos com óculos, de leitura (hahaha, de velheira, né?) e de sol, celular e chaves da casa.
Por mais que goste e queira um vampiro pra mim, passei uma tarde muito agradável com alguém não tão bonito, mas muito divertido. O detetive Monk! Adoro o Tony Shalhoub e o acho perfeito no papel de detetive que sofre de distúrbio compulsivo obsessivo. Monk tem razão, aqui fora é uma selva! Se eu precisasse investigar um crime, eu contraria Monk, principalmente porque ele entende bem de uma obssessão! Ai, o Vampiro!! Apesar do estilo da série ser comédia, eu me emociono com Monk, suas limitações e necessidades. Muitas vezes percebi que ele tem manias que eu tenho ou que acho necessárias. Monk não tem amigos, ele é pouco compreendido, não é aceito, mas o que ele não sabe é que aqueles que o rodeiam não o consideram amigo, consideram como família. Amigos muitas vezes podem ser mais família do que parentes.
Definitivamente eu não tenho nada com isso, mas como cuidar da vida alheia é muito mais interessante do que resolver os meus problemas, vou digar!
Não vou falar de BBB, vou falar de pao no koo. Se pao no koo não teve um comportamento legal, se foi influenciado por quem quer que seja, se saiu aqui fora e disse o que bem quis e desagradou aos fãs que torceram e pagaram pela vitória de Max e Fran, pao no koo devia no mínimo se desculpar publicamente. Mas se para Max e Fran a amizade com pao no koo é importante, ou fica difícil dar um chute no pao no koo, tudo bem, eles que administrem bem este relacionamento porque ele vai abrir margem para dúvidas e mesmo que eles sejam bem resolvidos, o público muitas vezes resolve muita coisa. Não que eles tenham que fazer o que o seus fãs querem, mas seria de bom tom ouvir as partes. Tudo bem que gostem de pao no koo, não tem problema, mas precisam mesmo ficar andando pra todo lado o com o pao no koo????
Ah, esta vida! Bem dizem, cuidado com o que você pede, pois pode ser atendido. Eu gastei horas da minha sexta-feira procurando uma desculpa para enforcar a segunda-feira antes do feriado. Tempo e energias gastos desnecessariamente.
Acordei mais cedo hoje com a intenção de limpar os destroços do furacão que parece ter permanecido só lá em casa durante o fim de semana. Estava tudo calmo, Sam e Gabi dormindo, o namorado da Gabi vendo TV e o marido fazendo caminhada.
A calmaria durou pouco. Eu já tinha conseguido arrumar grande parte da casa quando notícias de “parentes” chegaram, fofocas, intrigas, coisas pequenas, mundos distantes demais do meu. Pessoas que na verdade não conheço e elas não me conhecem, parentes. Família é uma coisa, parente é outra completamente diferente!!
E então a casa se agitou, filhos, genro, marido, cachorros, parece que todos estavam de mau humor. Não eram nem 10 horas da manhã e tudo que eu queria era tomar um bom banho me vestir e...IR TRABALHAR! O paraíso ficou tão perto ao meio-dia!!! Fugir de todos os mães, das tv´s ligadas, do barulho de tiros vindo do computador, dos rugidos vindos da cozinha onde o marido preparava o almoço.
Meio dia e meia e eu estava no melhor lugar do mundo, trabalhando! Eu estava salva, inteira, completa, em paz! O que não me impediu de rosnar algumas vezes para alguns colegas. Até as 18:30 estive no paraíso, mas já no caminho deu merda, literalmente. Pisei em alguma coisa, uma mistura estranha de cimento com sujeira, algo muito nojento e vim pra casa achando que todo mundo olhava pra mim dentro do ônibus e que eu estava cheirando mal. Enfiei a cara no livro, aumentei o volume do rádio e pensei: pão no koo, melhor eu chegar logo em casa!
A foto de Edward é só para me acalmar um pouquinho!!!
Mamãe, eu e Wa em Santos! Eu sou a mais bonitinha, hahaha
Eu e Wa em Brasília
Remexendo o baú achamos fotos antigas, muito antigas, lembranças felizes em Santos e Brasília, cidade de amigas!
Quero deixar registrado meu agradecimento ao Blog http://franemax.zip.net/ por mencionar o Fofocas de Marte em sua página como um dos blog´s que deu apoio a Fran e ao casal. Foi um prazer assistir ao BBB de Fran e Max!!! Obrigada aos administradores.
O primeiro encontro oficial do Blog Fofocas de Marte foi um sucesso!!! Tivemos 45% de adesão, já que a Ogra não pode participar! Foi difícil dar atenção pra todo mundo, mas eu consegui e nos divertimos muito durante o período em que estivemos juntas. Pude comprovar que Kaka existe, é magra e tem cabelo bom, mas eu já consegui perdoá-la, pois junto com Vanessa, proporcionou a mim e a Wá momentos de descontração e alegria! Quero agradecer à Vanessa por organizar o encontro, pois sei que ela se dedicou muito ao trabalho de dar dois telefonemas fazendo assim nosso encontro ser especial! Não vamos parar mais, para o ano vamos agendar um novo encontro, se Ogra puder ir teremos 50% do blog juntas pela primeira vez e se as meninas de fora vierem teremos 100% de comparecimento! A foto não está muito boa, foi tirada de celular já que nossa fotógrafa oficial foi convidada para o encontro e não para trabalhar nele. Mas dá pra dar uma idéia do quanto foi bom. Marte é um sucesso!
Obrigada Kaka, Van e Wá, foi muito gostoso!
A foto do encontro não ficou boa, mas deixo uma outra para devida apreciação!
Oba! Hoje é sexta-feira e terça-feira é feriado! O problema é esta segunda útil no meio! Grande problema de proporções gigantescas e desastrosas! São 17 horas e desde que cheguei aqui às 12:30, ainda não consegui arrumar uma boa desculpa para enforcar a segunda-feira.
Eu já pensei em várias coisas, mas se eu disser que estou com piriri gangorra, desta vez meu chefe vai perguntar se estou tentando matar a família através de alimentação. Se eu matar outra tia ele vai fazer as contas e perceber que eu tenho tias demais morrendo. Se eu disser que minha pressão está alta ele vai perder a paciência comigo, ninguém pode ter uma pressão que fica alta toda vez que tem um feriado com um dia útil antes. Eu não posso quebrar o pé de novo, nem dizer que um dos meninos está doente, ele vai me denunciar ao conselho tutelar infantil. Pensei em dizer que me sinto estranha, esquisita e um tanto quanto irritada, mas ele ia achar normal e não abonaria meu dia. Até pensei em internar uma irmã novamente, jogar a outra da escada de novo (não fui eu quem jogou, ela travou a coluna, melhor esclarecer), ou marcar uma cirurgia para o cunhado, mas acho que não sou tão cruel assim. Ou então eu podia servir a ele um café quente neste copo que ilustra o post, mas acho que ele talvez reagisse mal. Em total desespero, minha última idéia seria dizer que um vampiro me mordeu, mas eu acho que ele ia ver o quanto eu estaria feliz com isso e não me daria mesmo a folga. É, acho que vou ter que vir trabalhar na segunda-feira.
Eu tenho quase certeza de que tenho um imã que atrai situações estranhas e momentos incomuns. De uma maneira estranha eu sempre estou envolvida com algo não muito comum. Foi assim aquele dia. Eu desci correndo para o ponto do ônibus, como todos os dias eu ia chegar novamente atrasada, parei no ponto e lá estavam quatro crianças que não tinham mais que oito anos de idade. Eles estavam sentados no meio fio. Um deles tinha um cabelo castanho cacheado e bem no topo da cabeça um pedaço bem loiro, ele olhou pra mim e sorriu, eu sorri também. Quando os outros perceberam nossos sorrisos, sorriram também e eu sorri de volta. Eles não estavam bem vestidos, estavam descalços e com as roupas sujas, mas eles estavam muito alegres, se divertindo. Ficamos uns 10 minutos fazendo caretas no ponto esperando o ônibus e quando ele chegou e eu parei em frente à porta, ela não abria, pude perceber que as crianças estavam em fila atrás de mim. É nesta hora que vem o medo, o preconceito, a dúvida. Eu agarrei a minha bolsa, se eles corressem com ela eu jamais os alcançaria. Vendo o meu rosto em dúvida, sem entender porque a porta ainda não abrira, o motorista me deixou entrar, e as crianças entraram atrás de mim. O motorista então disse: vocês não podem entrar não! E todos eles, de uma só vez, juntos, disseram: Nós estamos com ela!!! Eu não consegui segurar a gargalhada! Parecia que eles tinham combinado, todos estavam comigo e eu não sabia disso. O motorista começou a rir, o trocador a gargalhar, e os velhinhos da frente começaram a rir alto. Eu me voltei para as crianças e lamentei para elas que eles não estavam comigo, e elas tiveram que descer do ônibus. O motorista ainda arrancou o ônibus gargalhando e ao passar pela roleta, antes de me sentar eu pude perceber toda a agitação das pessoas dentro do ônibus, não tinha um que não mostrasse um sorriso no rosto. Claro que eu cheguei atrasada, mas cheguei muito mais leve e solta, nada como começar um dia de trabalho rindo da espontaneidade das crianças.
Uma madrugada a Wá acordou com o rosnado do cachorro e um homem pulando o muro e batendo os pés no cimento, o cachorro avançou nele e do mesmo jeito que pulou para dentro, ele pulou para fora. Ainda bem que Wa não dorme, só cochila, mas foi necessário colocarmos uma cerca elétrica aqui em casa, e como consequência da instalação o portão inteiro dava choque! Era encostar na minha campainha e levar o maior choque, pegar na caixa de correio, e choque, encostar no portão e choque! Aconteceu com um tanto de gente, e às vezes eu até ria, não tinha como segurar. Tivemos que resolver o problema, mas um dia minha campainha entrou em curto e ficou gritando loucamente, foi preciso desligá-la, a campainha da Wá também entrou em curto, e quando eu vi a fumaça saindo só consegui ir para o quintal gritando: fogo, fogo, fogo, ah, eu sou ridícula, kkk. No final tivemos que cortar o fio da minha campainha e a Wá conseguiu consertar a dela. Eu fiquei, acho que uns dois anos, sem campainha. Eu tive que tomar as chaves da casa do Sam porque ele vivia brincando com a corrente em que eu tinha colocado as chaves e em uma destas brincadeiras jogou pro alto e elas foram parar em cima do fio de alta tensão no meio da rua. Onze horas da noite, lá estava eu com os moços da Cemig (Centrais Elétricas de Minas Gerais) que foram tirar a corrente com as chaves do fio.
Oh vexame! Ficar batendo a campainha da casa da Wa o tempo todo não era legal, incomoda, querendo ou não, podem ter a maior boa vontade, mas como a gente tinha que ir abrir o portão para o Sam ele chegava, parava e gritava:
Ohhhhhhhhhhhhh Mããããããeeeeeeeeeeeeeeee!
E ia repetindo o oh mãe até alguém ir lá e abrir o portão para ele.
E isso durou quase dois anos, até que eu contratei um eletricista que veio e arrumou os fios e consertou a campainha. Hoje ela funciona perfeitamente, mas apesar disso, muitos de nós, mesmo com as chaves dentro do bolso, paramos no portão e gritamos:
Ohhhhhhhhhhhhh Mããããããeeeeeeeeeeeeeeee!
Bom mesmo é quando a Cinthia coloca a família dela todinha enfrente ao portão pra gritar junto! E muitas vezes o grito de Oh mãe é muito mais eficaz que bater a campainha!
E os vizinhos ficam olhando esquisito pra gente, primeiro porque não temos mais mãe, segundo porque temos duas campainhas e gritamos ao invés de usá-las, terceiro porque é meio ridículo, mas quem liga pra ser ridículo???
Humm, pensando bem, será que Edward bateria a campainha aqui de casa qualquer dia destes?
Eu não gosto de despedidas, mas não posso te deixar ir embora sem agradecer por tudo!!! Nestes anos todos você foi muito importante pra mim, muito e você sabe disso! Eu sei que você tem mágoas de mim pelas vezes que te deixei nas mãos de outra pessoa, mas você tem que entender, eu precisava trabalhar. Eu sei que você sabe que foi isso que te destruiu mais rápido e eu sei que eu devia ter lutado mais por você, mas eram tempos difíceis e eu precisava de toda ajuda que podia arrumar. E isso foi destruindo você mais e mais a cada dia! Mas você lembra que todas as vezes que você ficava mal eu logo tomava as providências para que você se recuperasse logo e eu ficava tão abatida quanto você! Eu me sentia mal, eu precisava sempre que você estivesse bem, eu fui egoísta com você! Mas acredite que eu sou grata por estes mais de 10 anos juntas, e foi com dor no coração que eu fiz seu último curativo. Aquela fita isolante segurando o seu painel de lavagem foi o melhor que eu pude fazer e olha que você ainda viveu 1 ano assim, apesar de que eu apenas recolhia os pedaços que iam caindo toda vez que você centrifugava e tentava fugir de mim. Viva a minha Brastemp! Teve um fim de vida digno, entrou em coma, mas não morreu, eu a dei para o moço que há anos conserta nossas máquinas de lavar roupa. Eu sinceramente espero que minha Brastemp não fique magoada comigo, mas eu não podia recusar o presente do marido e hoje é com orgulho que pela primeira vez usei minha Eletrolux!!!!! Quanto à foto acima, bem, é melhor ver Edward do que ver a minha falecida máquina. É só um agrado!!!
Claudinha, nós desejamos a você tudo de mais maravilhoso nesta vida. Feliz Aniversário!!! Eu te agradeço demais pelo apoio, pela amizade e carinho, obrigada, obrigada, obrigada.
Hoje, para mim, foi o encerramento oficial do BBB 9. Chega, acabou, agora é cada um no seu caminho, e desejo a todos os participantes sucesso, quem tem competência se estabelece.
Por instinto de sobrevivência e para manter a minha sanidade mental, não posso alimentar a perseguição fanática aos Brother´s. No meu entender, ser fã, pode, deve, se quiser, mas tudo tem um limite e já vimos do que as pessoas são capazes quando passam a viver uma história que não lhes pertence.
Se Marte só puder sobreviver explorando as atividades de ex-BBB´s, Marte está morto. Eu não tenho esta competência, muito menos paciência e acredito que possamos trocar muitas experiências de vida variando de assuntos, falando de tudo, inclusive de BBB, que não é um assunto proibido. Já disse várias vezes que a intenção é a diversão pura e simplesmente, troca de idéias, de letras e principalmente de gargalhadas. Quem quiser e tiver coragem suficiente para comentar, interagir conosco, rsrsrs, será sempre bem vindo em Marte.
Acabou o BBB e Max ganhou, mas eu te pergunto, quem é Max???
Max é o cara? Pode até ser, porque Max só é o cara pra você porque você ainda não conhece Edward!!!!
Eleita atriz revelação através do público no site do Domingão do Faustão, Mariana é mineira de Araxá e prima da amiga Vanessa. Parabéns Mariana, sucesso hoje e sempre!!!
Definitivamente eu estava cansada, esgotada. Trabalhar fora, cuidar de uma criança de dois anos e de um marido se recuperando de uma micro-cirurgia de hemorróidas não é fácil. Ele gritava de dor e socava a parede em sua aflição. Gabi chorava junto e eu tentava passar o vestido que ela usaria na apresentação de teatro da escola do Breninho. Os gritos dele se fundiam aos da Gabi eu ia ficar louca!!! Mas era hora de dar o medicamento para ele e minha esperança é que isso o acalmasse. Eram quatro tipos de medicamentos e ele já estava gritando que precisava tomar os remédios. Nesta hora, para minha sorte minha cunhada chegou, ela pegou Gabi aos berros do meu colo e eu fui correndo pegar um copo de água e as caixas de medicamentos, abri a primeira caixa, tirei um comprimido enorme e verde da cartela e simplesmente coloquei na língua e tomei a água!!!
A minha cunhada ficou me olhando incrédula, em choque, ela não entendeu nada e muito menos eu, foi completamente involuntário. Ela correu pro quarto onde ele gritava, mandou-o calar a boca e voltou correndo, fomos olhar o que dizia a bula, eu precisava saber o que eu tinha tomado.
Ainda bem que o remédio demorou umas seis horas para fazer efeito, porque pude dar todos os remédios para ele, colocar o vestido na Gabi e sair correndo para o teatro. Quando chegamos lá, ela estava cansada e queria colo, mas eu estava cansada também, então a Wa a pegou do chão, e assim que encostou os braços na Gabi foi que percebeu que ela estava sem calcinha!! Linda, de vestido todo rodado, e sem calcinha!!! Passei a noite tentando fechar as perninhas dela na poltrona do teatro enquanto Breninho corria atrás de um pato!!!
Quer saber o que aconteceu comigo? Usei o banheiro frequentemente por uns três dias, mal podia sair de casa, era pensar e defecar.
Mas o fato de ter tomado o remédio dele explica várias situações, como o telefonema da Gabi um dia perguntando por que o pacote com 30 Yakut´s estava guardado dentro do microondas. Eu tinha certeza de que eu tinha colocado dentro da geladeira. Ou então quando Sam pegou uma daquelas amostras grátis de creme que vem dentro de revistas e comeu e eu espremi o pacotinho e comi também só para saber o que ele estava sentindo e se ele tivesse alguma coisa eu também teria. Às vezes me permito pensar que posso entender certas reações que meus filhos têm! Aliás, adorei este negócio de se permitir, vou me permitir um tanto de coisas daqui pra frente. Se permitir é chique, né?