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27/09/11

Greve Geral!


Não acho que está faltando um post novo em Marte, está faltando assunto.

Não é que eu tenha me esgotado. Não! É que a minha vida caiu na rotina. Eu trabalho e jogo Diamond Dash no FB, durmo e vou trabalhar pra chegar em casa e jogar mais um pouquinho de DD e dormir cedo porque tenho que trabalhar cedo no outro dia.

Eu até tenho assistido Hipertensão, mas o programa, apesar de eu gostar muito, me dá hipotensão de idéias. No último episódio o Fernando voou pra fora, demorou! A única coisa que ele superou pra mim foi o meu nível de antipatia que de 1 a 10 chegou a 11. A Larissa me lembra uma “parente” e só por isso já me irrita. Resumindo, ninguém realmente me agrada, mas quero a Marina sangrando pelos olhos e gosto do cabelo do Ramon, o Rafael só serve para chifrar a ex (não é possível que ela ainda ache que é namorada dele) em rede nacional e com a “parente”, o resto está lá porque eu tenho um estoque enorme de antipatia e preciso me livrar dele.

A greve continua já que além dos professores e funcionários dos correios, agora são os bancários que entraram de greve.

Começo a acreditar que meus assuntos, minha criatividade e minha capacidade de pensar estão em greve também!

Recado pra Feliz:

Seu amigo o “Edson” vai virar político! Vai se candidatar nas próximas eleições! Já ri muito!

22/09/11

A Greve Continua!



Continuo em greve! Em um movimento pacífico, porém unido, eu comigo mesma!

Reivindico o direito de assistir novelas, ler o Ego e sites de fofoca sem encontrar a Susana Vieira, Carolina Dickerman e Luana Piovani!

Pelo direito de alterar o horário das novelas das seis (perdi Cordel Encantado!), para o horário em que eu chegue em casa.

Pelo direito de chuva! Chuva tem que chover! Chuva é bom em horários específicos, ou seja, das 20hs até uns cinco minutos antes de eu sair para trabalhar.

Pelo direito de comer doces, não engordar e manter o triglicérides baixo.

Pelo direito de ser alta, magra e loira.

Pelo direito de trabalhar quando me der vontade e receber o que acho que mereço.

Pelo direito de acordar tarde!

Pelo direito de só morrer se o Dexter matar!

Pelo direito de ter um BBB interessante, agitado, emocionante e o meu favorito ganhar o prêmio.

Pelo direito de escrever algumas palavras erradas de vez em quando.

Pelo direito de fazer greve!

E principalmente pelo direito de ter muitas, várias, diversas vidas no Diamond Dash e poder jogar, tentando loucamente superar o Recorde de Marcianas muito mais espertas que eu!

Enquanto eu não conseguir ficar em primeiro lugar vou continuar em greve.

Obs.:

Pode demorar muito, a Rita e a Tâmara não me deixam ganhar. Talvez eu não volte nunca mais....

Ganhei a caneca do Ambulatório! Vetei a Analy e o Boninho!

Obrigada Gigi!

17/09/11

Greve!


Este blog está em greve por tempo indeterminado!

É! É isso mesmo que vocês leram, greve!

Eu não vou postar mais nada em Marte até que meus direitos sejam respeitados.

As professoras das escolas estaduais de BH estão em greve há mais de três meses que me parecem ser um século. Se somarmos os dias letivos de 2010 e 2011 não completam um ano!

Sam não sabe mais onde é a escola e muito menos o que se faz nela. Ele tem razão, perdeu a prática!

Eu não vou tomar partido, mas a briga entre governo e profissionais da educação está prejudicando diretamente os estudantes e os pais.

Estou contra os dois e a favor dos estudantes que vão ter que emendar um ano no outro para concluir o ano letivo.

A greve dos professores foi considerada pela justiça como ilegal, imoral e engordativa.

Quem pode pagar uma escola particular tem como resolver o problema, e quem não pode?

Os funcionários dos Correios também entraram em greve, o que quer dizer que as contas não vão chegar, mas não quer dizer que não temos que pagar!

Por isso estou em greve também!

Não volto enquanto não me mandarem muitas vidas no Facebook para eu alimentar meu vício em Diamond Dash!

Eu não quero jogar Cityville eu quero jogar Diamond Dash!


“Tá” rolando no Facebook. Já confirmei presença:

16/09/11

Ler!


Enquanto escrevia este post recebi este e-mail da Gabi no serviço.

Clique na imagem para ficar maior.



Como você sabe se vai ou não gostar de alguma coisa? Como é possível ter certeza?

Se for comida é só provar aprovando ou não. Se for bebida é só beber se embebedando ou não.

Questões do paladar muitas vezes me fazem acreditar que eu saí fuzilando quem estava na fila na hora em que Deus distribuiu a gula e a preferência por coisas que engordam.

Mas como saber se eu vou gostar de um livro se não é possível comê-lo nem bebê-lo?

Só lendo. E ler depende muito do tamanho das letras, número de páginas, estilo de escrita, tema, assunto e dependendo de tudo isso acabar de ler de um livro pode durar anos, talvez até décadas sem garantias de que se entenda o final!

As “orelhas” dos livros que deviam só saber ouvir, não dizem muito e não podem definir se você vai ou não gostar do que está escrito ali dentro.

A troca constante de livros que eu faço com a Ogra, muitas vezes me obriga a ligar para ela anunciando a eminência de sua morte caso eu odeie do final.

Eu sofro junto com os personagens e quero o final perfeito, feliz, lindo, com sol, flores e perfumes refrescantes que podem ser sentidos por quem lê.

Depois daquela trágica e cômica fase em que fomos quase todas totalmente abduzidas por vampiros caí de cabeça nos livros de suspense de Harlan Coben. Nestes livros eu alcanço velocidade de cruzeiro na leitura, tamanha a ansiedade para chegar ao final. Tudo que eu achava que era, no fim, não era nada daquilo. Harlan sempre me surpreende. Ou eu sou burra ou ele é gênio.

Eu ainda gosto muito de vampiros, apenas troquei as gotas vermelhas meladas da saga Crepúsculo pela porrada de Academia de Vampiros e pela Roza que me fascina muito mais como heroína que é.

Bella? Bella é feia perto de Roza!


Muitas vezes o título é um grande atrativo, mas não quer dizer que o livro seja bom, mas eu posso gostar de um livro só pelo título.

O Divórcio dos meus sonhos de Clare Dowling além do título divertido tem um texto bem interessante, uma leitura leve e divertida.


Quando comecei a ler os livros da Susan Wiggs, Diários do Lago eu a avaliei como novelesca, amadora e usuária constante de clichês com um único final para todos os personagens. Acabei me apaixonando por todos os romances que são tão água com açúcar que corri o risco de ficar diabética e ao ler o terceiro quase entrei em coma diabético, e o único jeito de sair do coma é ler os outros livros e se deliciar com eles enquanto aguardo os outros serem publicados no Brasil. Ainda preciso saber o que vai acontecer com a Daisy.


Em O Céu vai ter que esperar de Cally Taylor, a protagonista faz o favor de morrer no dia do casamento e isso na primeira página do livro! Eu bufei o tempo todo em que o li prevendo que ia odiar o final. Odeio quando o personagem se conforma com a morte e descobre que pode amar novamente outra pessoa. Não foi isso que aconteceu e fiquei satisfeita com o final surpreendente do tipo dar um jeito naquilo que não tem mais jeito da melhor maneira possível.


Mini Becky Bloom eu dei de presente de aniversário para a Ogra apesar de que ela ainda não fez aniversário, mas o livro estava em pré-venda e eu preciso lê-lo de todo jeito! Para quem já devorou com os olhos todas as letras de Sophie Kinsella, ler este último livro da saga de Becky é como ler a bíblia das consumidoras compulsivas, é questão de sobrevivência, manutenção da sanidade mental e do cartão de crédito. O que Becky faz é quase uma oração para que eu me perdoe por querer sempre comprar alguma coisa que não vou usar nunca.


Mas antes de ler Mini Becky Bloom estou lendo o presente de aniversário que ganhei da Ogra O Céu Está em Todo Lugar de Jandy Nelson e eu já sabia que ia gostar só de passar as folhas. O livro é todo escrito em azul, minha cor preferida, tem umas páginas coloridas que intercalam o texto da “autora” com os da “personagem”. Eu tive certeza de que ia gostar mesmo quando na primeira página do livro Lennon conta da sua dor de uma maneira diferente e muito criativa. Neste momento este é o livro que eu não consigo deixar em lugar nenhum, tem que andar dentro da bolsa e ir aonde eu vou. É nele que eu penso sempre que tenho algum tempo livre, é dele que eu preciso das palavras, é ele que eu preciso ter nas mãos.

É nas letras deste livro que eu me afogo e asfixiada deixo de existir até que eu chegue ao final e escolha outro para fazer parte de mim. Livros são assim pra mim, eu os vivo e depois os deixo ir, mas eles sempre estarão em mim por uma palavra, um sentimento, uma vontade, alguma coisa que ele passou pra mim, pro resto da minha vida. Pode ser uma gargalhada ou uma lágrima para sempre perdidas.

 

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